Os Holanda e os Gadelha transformaram suas propriedades, de Caatinga e Mata Atlântica, em RPPNs
FONTE:DN/REGIONAL; por Alex Pimentel - Colaborador
Quixadá. Existem muitas maneiras de demonstrar amor ao próximo. Para os ambientalistas, preservar a natureza é uma delas, principalmente em regiões onde os ecossistemas estão ameaçados. Preocupadas com a possibilidade de a degradação ambiental se estender ainda mais pelo Interior do Ceará, duas famílias são exemplos desse sentimento para as futuras gerações. Os Holanda e os Gadelha transformaram suas propriedades, localizadas em dois biomas existentes no Nordeste brasileiro, a Caatinga e a Mata Atlântica, em Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs).
As duas Reservas foram reconhecidas, recentemente, pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), elevando para 36 o número de Unidades de Conservação Ambiental em nível Federal, na modalidade RPPN, no Estado do Ceará.
Pelos levantamentos da Associação Caatinga, dedicada à criação dessas unidades ambientais especiais, o Estado é um dos destaques, em nível nacional, em iniciativas dessa natureza. São mais de 15 mil hectares de área totalmente protegida. Os outros estados são o Paraná e São Paulo, explica o biólogo coordenador técnico da Associação, Samuel Portela.

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