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terça-feira, 15 de maio de 2018

FORRÓ MAIOR; PRA SE EMOCIONAR COM ESTA CANÇÃO .

Fonte:Youtube

ZECA PAGODINHO.

Fonte:Youtube;VAI VADIAR

PROJETO GLOBAL QUER INSTALAR SONAR EM VELEIROS E NAVIOS DE CARGAS PARA MAPEAMENTO COMPLETO DO FUNDO DO OCEANO.

Adrienne Bernhard


Fundo do marDireito de imagemSTOCK_COLORS
Image captionApenas 15% do oceano do planeta é mapeado
Geólogos mapearam cadeias montanhosas, desertos e florestas. Astrônomos desbravaram o céu. Mas os oceanos do planeta continuam em grande parte inexplorados. Há quem diga que conhecemos melhor a Lua ou até mesmo Marte do que nosso próprio fundo do mar.
O terreno marinho desempenha um papel fundamental no ecossistema. Relevos e vales submersos determinam padrões climáticos e correntes marítimas; a topografia do oceano influencia o manejo da pesca, que alimenta milhões de pessoas; quilômetros de cabos subaquáticos conectam bilhões de indivíduos à internet; montes submarinos oferecem proteção contra ameaças costeiras, como possíveis furacões ou tsunamis, e podem até dar pistas sobre a movimentação pré-histórica dos continentes ao sul do planeta.
Em 2017, uma equipe internacional formada por especialistas de diversas partes do mundo deu o pontapé inicial para elaborar um mapa completo de todos os oceanos, como parte do projeto sem fins lucrativos Gráfico Batimétrico Geral dos Oceanos (Gebco, na sigla em inglês).
Enquanto os primeiros oceanógrafos se esforçavam para vasculhar o fundo dos oceanos de nó (1 milha náutica - 1,852 km - por hora) em nó, os avanços recentes na tecnologia sonar permitem que uma única embarcação forneça milhares de quilômetros quadrados de mapas de alta resolução durante uma única expedição.

domingo, 13 de maio de 2018

MÃE PM QUE MATOU O LADRÃO NA PORTA DA ESCOLA É HOMENAGEADA PELO O GOVERNADOR DE SÃO PAULO.

Márcio França entregou flores a cabo Katia da Silva Sastre pelo Dia das Mães.

O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), fez uma homenagem a cabo Katia da Silva Sastre, 42, que matou um ladrão na porta de uma escola no bairro Jardim dos Ipês, em Suzano (Grande SP), na manhã deste sábado (12).
França entregou flores à policial militar na manhã deste domingo (13), em cerimônia no Comando de Policiamento de Área Metropolitana-4, na Vila Esperança, zona leste de São Paulo.

"A homenagem é feita porque é Dia das Mães, e ela é mãe", disse o governador à Folha de S.Paulo. "Ela foi a uma festa para comemorar a data e aconteceu uma situação dessas. Ela agiu tão precisamente, tão perfeitamente, que a gente resolveu homenageá-la", afirmou.
"Claro, o rapaz morreu, não é o ideal. A gente gostaria que as pessoas não morressem", disse França. 

"A gente faz isso para mostrar para as pessoas mais jovens para que elas não se aventurem com arma na mão, porque estão sujeitas a morrer. Porque os nossos profissionais da segurança são bem treinados para fazer a segurança pública", afirmou o governador. 

MUITO ALÉM DA PRINCESA ISABEL, 6 BRASILEIROS QUE LUTARAM PELO FIM DA ESCRAVIDÃO NO BRASIL.

Amanda Rossi e Camilla Costa (@_camillacosta)


Ilustração brasileiros que lutaram contra a aboliçãoDireito de imagemANDRÉ VALENTE | BBC BRASIL
Image captionBatalha pela abolição já ocorria nas províncias brasileiras anos antes da assinatura da Lei Áurea, e reunia escravos, negros libertos, pessoas da classe média e da alta sociedade
O fim da escravidão no Brasil completa 130 anos em 13 de maio deste ano. Em 1888, a princesa Isabel, filha do imperador do Brasil Pedro 2º, assinou a Lei Áurea, decretando a abolição - sem nenhuma medida de compensação ou apoio aos ex-escravos.
A decisão veio após mais de três séculos de escravidão, que resultaram em 4,9 milhões de africanos traficados para o Brasil, sendo que mais de 600 mil morreram no caminho.
Mas a abolição no Brasil está longe de ter sido uma benevolência da monarquia. Na verdade, foi resultado de diversos fatores, entre eles, o crescimento do movimento abolicionista na década de 1880, cuja força não podia mais ser contida.
Entre as formas de resistência, estavam grandes embates parlamentares, manifestações artísticas, até revoltas e fugas massivas de escravos, que a polícia e o Exército não conseguiam - e, a partir de certo ponto, não queriam - reprimir. Em 1884, quatro anos antes do Brasil, os Estados do Ceará e do Amazonas acabaram com a escravidão, dando ainda mais força para o movimento.
A disputa continuou no pós-libertação, para que novas políticas fossem criadas destinando terras e indenizações aos ex-escravos - o que nunca ocorreu.
Conheça abaixo as histórias de seis brasileiros protagonistas na luta pelo fim da escravidão:

Luís Gama, o ex-escravo que se tornou advogado

Luís Gonzaga Pinto da Gama nasceu em 1830, em Salvador, filho de mãe africana livre e pai branco de origem portuguesa. Quando o menino tinha quatro anos, sua mãe, Luísa, teria participado revolta dos Malês, na Bahia, pelo fim da escravidão.
Uma reviravolta ocorreu quando Gama tinha dez anos: ficou sob cuidados de um amigo do pai, que o vendeu como escravo. O menino "embarcou livre em Salvador e desembarcou escravo no Rio de Janeiro", escreve a socióloga Angela Alonso no livro Flores, Votos e Balas, sobre o movimento abolicionista. Depois, foi levado para São Paulo, onde trabalhou como escravo doméstico. "Aprendi a copeiro, sapateiro, a lavar e a engomar roupa e a costurar", escreveu o baiano.

PESQUISAS APONTAM QUE A QUANTIDADE DO SÊMEN HUMANO DIMINUIU NAS ÚLTIMAS DÉCADAS .

FOTO: Biology discussion/Divulgação
Os hábitos tecnológicos da sociedade contemporânea podem ocasionar uma redução e queda da qualidade do sêmen, antecipando assim danos à fertilidade masculina - que tendem a ocorrer a partir dos 50 anos. É o que acredita especialista com base nos resultados na pesquisa de mestrado da Faculdade de Ciências Médicas (FCM), feita com homens atendidos na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que indica declínio na qualidade do esperma nos últimos 27 anos. 
 
De acordo com o estudo, a concentração seminal dos mais de 16 mil pacientes examinados caiu quase pela metade, passando de 86,4 milhões de espermatozoides por mililitro (ml) no período de 1989 a 1995, para 48,32 milhões/ml entre o período de 2011 a 2016. Já as análises de motilidade, que avaliam a capacidade de movimentação e agilidade do espermatozoide para encontrar o óvulo, revelaram que esse índice baixou de 47,6% para 35,9%, no mesmo período.

AFRICANOS BUSCAM LIBERTAÇÃO SOCIAL.

130 anos depois da Abolição, nos relatos ainda há preconceitos, dificuldades e mesmo de desconfiança

Fonte:DN/Regional

Uma espécie de escravidão, a social, ainda permeia os ares de Redenção ( Foto: Alex Pimentel )
 por Alex Pimentel - Repórter
Segundo o estudante Paulo Roberto Lopes, eles evitam até falar sobre suas raízes, quando, do outro lado da avenida da universidade, no Museu Senzala, podem rememorar um pouco do elo que agora os une pela educação ( Foto: Alex Pimentel )
Redenção. Neste 13 de maio, 130 anos após a promulgação da Lei Áurea, uma espécie de escravidão, a social, ainda permeia entre os engenhos de cana-de-açúcar e nos ares de Redenção. Esse é o sentimento de universitários egressos de cinco países do continente africano, residentes na primeira cidade do Brasil a abolir oficialmente a escravatura. Eles começaram a chegar no início de 2011, para formação no Campus da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Passados seis anos, ainda dizem sentir discriminação por parte da população local.
Numa roda de amigos, quando uma conversa descontraída começa, logo surgem relatos, em bom Português - língua oficial de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe - sobre os constrangimentos sofridos no dia a dia da cidade onde, no primeiro dia de janeiro de 1883, em frente à igreja Matriz, foram entregues a 116 escravos, as primeiras cartas de alforria no País. Para quem carrega no sangue essa história, é difícil de entender como um lugar abolicionista continua acorrentado ao passado.
Essa é a opinião de Denise Fernandes Vilhiete. Ela partiu há seis anos de São Tomé e Príncipe, um estado insular localizado no Golfo da Guiné, composto por duas ilhas principais e várias ilhotas, para cursar Engenharia de Energia na Unilab. A universitária reconhece ter reduzido mais a desconfiança e os insultos dos anfitriões, mas algumas situações, apesar de isoladas, ainda persistem. O conforto aparece em amizades sinceras e no acolhimento de braços abertos de quem entende o que realmente é liberdade.

AMBEV ABRE SELEÇÃO PARA JOVENS TALENTOS NA ÁREA DE VENDAS.

Prazo para inscrição se encerra no próximo dia 31 de maio. Oportunidade têm início previsto para agosto

FONTE:DN/NEGÓCIOS
Vaga na Ambev
Interessados devem ter inglês fluente e disponibilidade para mobilidade regional ( Foto: Divulgação/Arquivo )
Até o dia 31 de maio, a cervejaria Ambev estará com inscrições abertas para o programa Talentos Vendas, a partir do qual são procurados jovens recém-formados - com até dois anos de conclusão da graduação - com interesse em assumir posições de supervisores na área comercial em todo o Brasil. 
Embora a previsão é que as oportunidades sejam iniciadas somente em agosto, os candidatos já podem se inscrever pelo site https://www.ambev.com.br/carreiras/trabalhe-conosco/
Perfil 
Como pré-requisitos, a companhia informa que os interessados devem ter perfil dinâmico, autêntico e a vontade de aprender sempre mais, buscando sempre por inovação. Além disso, é exigido inglês fluente e disponibilidade para mobilidade regional. Acima de tudo, ressalta a companhia, os candidatos devem ser apaixonados por cerveja.
“Buscamos jovens líderes que tenham afinidade com o universo cervejeiro, que gostem de sonhar grande e com capacidade de liderar e inspirar pessoas”, afirma o diretor de Gente e Gestão para a área de Vendas da Cervejaria Ambev, Renato Biava.

JOSÉ AUGUSTO DE SOUSA FEITOSA PROCURA POR PARENTES EM CAMOCIM CEARÁ.


O senhor José Augusto de Sousa Feitosa está a procura de familiares em Camocim. Ele foi embora de Camocim para o Rio de Janeiro, onde mora atualmente, muito jovem.  Ele é Filho de Raimundo Pereira de Sousa e Cecília Fontele Saraiva de Sousa. 

Hoje, aos 71 anos, a lembrança que ele tem de Camocim é do local onde residia; ao lado de um hospital e de uma Igreja.

Quem souber de alguma informação sobre os familiares do senhor José Augusto, informar através do telefone/whatsapp  (21) 9 9146 3598 - falar com Ana Feitosa.
FONTE:RC/FC

sexta-feira, 11 de maio de 2018

COMO UMA CERVEJARIA INFLUENCIOU O URBANISMO DE SÃO PAULO.

Edison Veiga

Cartão postal antigo mostra Parque Antarctica no início do século 20, com bonde em frenteDireito de imagemACERVO DIÓGENES SOUSA
Image captionPesquisador diz que entre os equipamentos urbanos criados pela Antarctica com o intuito da venda de suas bebidas estão o Parque Antarctica, o Cine Centrale o Cassino Antarctica
Um gole de cerveja pode ter feito a diferença na maneira como a cidade de São Paulo está organizada hoje. Como demonstra a tese de mestrado do historiador e urbanista Diógenes Sousa, de 35 anos, pelo menos 11 equipamentos urbanos paulistanos foram criados pela antiga Companhia Antarctica Paulista entre fins do século 19 e início do século 20, e se tornaram polos importantes que desenharam a própria malha do município.
"Meu desafio foi entender a participação da companhia no processo de urbanização de São Paulo", resume Sousa, que faz palestra sobre o assunto na noite do próximo dia 18, no Instituto Bixiga, em São Paulo. Historiador formado pela Universidade Federal de São Paulo, Sousa debruçou-se sobre esse material para sua dissertação de mestrado, defendida na Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Agora, ele se aprofunda no urbanismo em seu doutorado, em andamento na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.A Antarctica foi criada em 1885. Originalmente, era um abatedouro no bairro da Água Branca. Que também contava com uma fábrica de gelo. Em 1888, Louis Bucher, filho de cervejeiros alemães, entra no negócio e começa a fabricar cerveja de forma mais industrial - ele já tinha uma pequena fábrica anteriormente. Formalmente, a Companhia Antarctica Paulista é fundada em 1891.
"Entre os equipamentos urbanos criados pela Antarctica com o intuito da venda de suas bebidas estão o Parque Antarctica, o Cine Central, o Cassino Antarctica, o Theatro Polytheama, o Cine Bijou e o Bosque da Saúde. Os equipamentos voltados à educação e à saúde são o Hospital Santa Helena e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a Escola Vocacional Antarctica e a Escola Técnica Antarctica, além da Fundação Helena Zerrenner", cita o historiador.
Ou seja: a empresa acabou influenciando o desenvolvimento urbano de São Paulo ao criar "estruturas-âncora", fosse para atender aos funcionários de sua fábrica e a comunidade do entorno - como familiares e imigrantes -, no caso de equipamentos de educação e saúde, fosse na criação de locais de entretenimento e lazer, justamente para alavancar o consumo da bebida na cidade então muito provinciana.