Primeira grande ação das Forças Armadas com policiais dura 14 horas. Ao todo 24 pessoas presas
FONTE:O DIA/JORNAL DE CAMOCIM
Rio - Atribuindo aos ataques a policiais, às investigações em andamento e aos mandados de prisões já expedidos, a secretaria estadual de Segurança coordenou neste sábado a segunda fase da operação integrada com o governo federal. A operação Onerat (cargas, em latim) começou, por volta de 3h30, com o cerco a redutos de assaltantes de cargas — Complexos do Lins, Camarista Méier, Chapadão, Pedreira, e no Morro São João, no Engenho Novo. Moradores relataram tiroteios de madrugada.
Participaram um total de 4.931 agentes de segurança, entre militares das Forças Armadas; da Força Nacional; e das polícias Civil, Federal, Militar e Rodoviária Federal. O número é quase o dobro do contingente utilizado para a ocupação do Complexo do Alemão, em 2010, que contou com 2.700 homens.
No entanto, a operação de sábado teve um perfil diferente e foi encerrada às 18h. Segundo o ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Sérgio Etchegoyen, o objetivo da ação não é ocupar as favelas. “O que buscamos são soluções perenes, duradouras. Elas não virão de asfixiar a comunidade com presença permanente de tropas federais que, ao saírem, permanecem as condições para que o crime continue”, afirmou.




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