Apesar do jejum de títulos e dos anos difíceis, torcida do Tubarão segue presente nos estádios e se renovando
O realizador audiovisual Roger Pires já influencia o filho Lourenço, de apenas um ano, a torcer pelo Ferrão AURÉLIO ALVES / ESPECIAL PARA O POVO
Os mais fanáticos por futebol defendem que a hereditariedade vai além da condição genética. No contexto da bola, a escolha do time de coração também pode ser encarada como tradição que passa de pai para filho. Tal sentimento floresce independente da condição do clube. É um gosto genuíno, que supera as dificuldades. Exemplo claro disso vive a torcida do Ferroviário, que, apesar do momento difícil que o clube viveu recentemente, segue se renovando.
No Estadual 2017, tem sido possível ver que a torcida coral ainda tem sua força e tradição, com adeptos presentes em todos os jogos. É o exemplo do realizador audiovisual Roger Pires, 27, que teve a paixão iniciada ainda na infância, por influência do pai.


